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Atualizado em: Quarta-feira setembro 20 2017
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A comissão da ONU América Latina prevê crescimento baixo e positivo para a região em 2017

4 agosto 2017 ?? Com os melhores preços de exportação de commodities e um contexto internacional melhorado, a região da América Latina e do Caribe registrará uma pequena taxa de crescimento positivo neste ano - com exceção da Venezuela e de dois países do Caribe, de acordo com um novo relatório da Comissão da América Latina da ONU.

O Pesquisa Econômica da América Latina e do Caribe 2017 Prevê que, após dois anos de contração, quase todos os países da região experimentarão, em média, taxas de crescimento positivas de 1.1 por cento em 2017 - com exceção da Venezuela, cujo produto interno bruto (PIB) é visto diminuindo -7.2 por cento; E Santa Lúcia e Suriname, que prevêem contratar -0.2 por cento.

"Para retomar o crescimento a médio e longo prazos, são necessárias políticas anticíclicas que não se concentram apenas na redução das flutuações do ciclo, mas também na modificação das características específicas que influenciam negativamente o crescimento e a estrutura produtiva dos países da região" dito Alicia Bárcena, Secretária Executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Durante uma conferência de imprensa em Santiago, onde o documento foi apresentado.

O relatório anual do órgão da ONU sublinha a importância das políticas macroeconômicas para estimular o crescimento a longo prazo e avançar para a mudança estrutural necessária nas economias da região.

"Isso significa avançar para marcos anticíclicos para a política fiscal que defendem e promovam o investimento público e privado. Isso envolve a revisão das regras fiscais para que eles continuem a servir como instrumentos pró-estabilidade, mas também como pró-investimento. Este quadro fiscal deve ser acompanhado por uma política financeira voltada para a estabilização do crédito e uma política monetária que suporte o crescimento do investimento e vá além de instrumentos como a taxa de juros ", explicou.

Alicia Bárcena, Secretária Executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), apresenta o Relatório Econômico da América Latina e do Caribe 2017. Foto: Carlos Vera / CEPAL

A Pesquisa Econômica analisa os desafios políticos para estimular o investimento e o crescimento, indicando que, no processo de obtenção de endividamento e equilíbrio do equilíbrio fiscal, o investimento público não deve ser negligenciado. Nesse sentido, separar o tratamento das despesas de investimento e as despesas atuais ajudaria a eliminar o viés contra o investimento em processos de ajustes de gastos públicos.

Também observa a importância de fortalecer o aumento da receita pública através de mudanças na estrutura tributária, com o estabelecimento de impostos mais diretos; Fortalecimento das administrações fiscais; E reduzindo evasão e evasão.

De acordo com o relatório, como em anos anteriores, diferentes dinâmicas de crescimento são projetadas entre países e sub-regiões.

Enquanto o produto interno bruto (PIB) da América do Sul deverá crescer 0.6 por cento este ano, as economias da América Central e do México são vistas expandindo 2.5 em porcentagem, em média, graças ao aumento da receita de remessas e às melhores expectativas de crescimento para Seu principal parceiro comercial, os Estados Unidos. Enquanto isso, o crescimento percentual de 1.2 está previsto para as economias caribenhas inglesas e holandesas, após uma contração 0.8 por cento no 2016.

De acordo com a CEPAL, alguns fatores positivos que afetam o desempenho da região este ano incluem a recuperação moderada da economia global, que encerrará o 2017 com crescimento 2.7 por cento, três décimos de ponto percentual maior do que no 2016; Uma ligeira recuperação do volume de comércio internacional 2.4 por cento; E o aumento dos níveis de preços dos produtos básicos, que se prevê que seja 12 por cento maior em média do que no ano passado. Ao mesmo tempo, nos gastos, observa-se uma estreita melhoria no investimento e um maior dinamismo no consumo privado.

Finalmente, espera-se que o saldo da conta regional da 2017 permaneça semelhante ao do 2016, em torno de -1.9 por cento do PIB, embora com o aumento do comércio e o aumento das exportações, que é previsto no 8 por cento para todo o ano.

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